Tanto para realizar a parte de gestão de um negócio, quanto para analisar um potencial investimento, avaliar os dados financeiros de uma empresa é um passo importante, sendo que entre os vários, o passivo não circulante merece destaque.

O que não é à toa, afinal o passivo não circulante de uma empresa representa os custos, operações e dívidas que uma empresa deve pagar no longo prazo.

Ou seja, este é o indicador que aponta os passivos que a empresa deve quitar em um período superior a um ano.

Com isso, este se torna um dado útil para entender as projeções apresentadas por uma empresa e, especialmente, sua capacidade de crescimento e expansão.

Afinal, estes são fatores relevantes para negócios que buscam se manter em ativa e ser competitivos no mercado.

Na prática, contudo, antes de entender o que é o passivo não circulante de uma empresa, vale introduzir a definição de passivo para contabilidade.

O que é um passivo

Em síntese, o passivo é o termo utilizado para demonstrar, no Balanço Patrimonial de uma empresa, quais são as operações, gastos, custos e dívidas que um negócio possui.

Com isso, este indicador pode ser encarado como o saldo redutor dos lucros e do valor do patrimônio de uma empresa.

Ou seja, quanto maior for o passivo apresentado por um negócio, menor será seu lucro.

Ainda é importante observar que na formação deste indicador, estão gastos como, por exemplo:

  • Contas correntes – água, luz, internet, entre outros;
  • Pagamento de fornecedores e prestadores de serviços;
  • Gastos trabalhistas – salário dos funcionários, Fundo de Garantia por Tempo e Serviço (FGTS), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre outros;
  • Obrigações fiscais – impostos federais, estaduais e municipais, como, Como exemplo, o Imposto Sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU).

Em uma análise financeira, ou seja, o passivo de uma empresa é composto por todos os gastos e custos que envolvem um negócio.

Não à toa, este é um dos indicadores mais úteis de se utilizar no momento de analisar a saúde financeira de uma empresa.

Assim, torna- se ainda mais importante entender o passivo não circulante e como este dado é formado.

O que compõem o passivo não circulante

Como apontado anteriormente no texto, o passivo não circulante é referente a todas as dívidas, gastos, custos e operações que a empresa deve pagar no longo prazo.

Com isso, é possível elencar três itens contábeis que se encaixam como o passivo não circulante de uma companhia. São eles:

  • Impostos a pagar;
  • Provisões de contingência;
  • Dívidas ligados a instituições financeiras, como empréstimos e financiamentos.

No dia a dia do mercado, ou seja, neste indicador estão presentes dados referentes a três dos itens mais relevantes existentes na contabilidade de uma empresa.

Ainda mais quando analisado que estes itens são importantes para que a empresa mantenha suas atividades e, em simultâneo, consiga realizar projeções para crescer.

Relevância do passivo não circulante

O passivo não circulante da empresa é útil tanto para criação de estratégias de crescimento, quanto para atrair investidores.

Afinal, ao analisar os passivos de longo prazo que uma empresa possui, entender a saúde financeira do negócio e a possibilidade de expansão se torna uma atividade possível.

Outro ponto relevante é que, empresas que conseguem controlar este indicador tendem a atrair investidores, especialmente aqueles que buscam investir pensando no longo prazo.

Assim, o passivo não circulante é um indicador de importância na contabilidade que o negócio possui.