OKX vê menos exchanges e mais tokenização no mercado cripto em 2027
CEO da OKX no Brasil prevê consolidação do setor com regras mais duras e ganhos com tokenização, condicionados à segurança jurídica.
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Contexto para acompanhar o mercado e entender seus movimentos.
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CEO da OKX no Brasil prevê consolidação do setor com regras mais duras e ganhos com tokenização, condicionados à segurança jurídica.
Entre os pedidos estão OKX, Mercado Bitcoin, Binance, Coinbase, Nubank e Santander; o BCB reforça que estar na lista não significa autorização.
Corretora confirmou incidente de segurança na madrugada, suspendeu depósitos e saques por precaução e diz que não houve prejuízo a clientes. Empresa de segurança identifica movimentações suspeitas acima de US$ 40 milhões em carteiras atribuídas à exchange, em ao menos dez redes blockchain.
A empresa de tesouraria de bitcoin de Michael Saylor comprou 811 BTC por US$ 65,5 milhões entre 26 de outubro e 1º de novembro, retomando as compras depois de uma semana de pausa, e gastou US$ 208,2 milhões na recompra de ações preferenciais STRC, quase o triplo do valor destinado ao bitcoin na semana.
Braço brasileiro da exchange bloqueou os saques de criptomoedas de forma preventiva depois do roubo de US$ 6,3 bilhões; o co-CEO Richard Teng diz que a operação deve voltar ao normal até domingo.
Maior tesouraria corporativa de bitcoin do mundo reportou lucro de US$ 19,53 bilhões, quase sete vezes o do 3T25, com ganho de US$ 20,91 bilhões em ativos digitais; receita de software caiu 3%.
O prazo para as prestadoras de serviços de ativos virtuais que já operavam no Brasil pedirem autorização ao Banco Central termina nesta sexta-feira (30). Bybit, Binance, Mercado Bitcoin, Ripio e OKX protocolaram pedidos; o Itaú seguiu o caminho reservado aos bancos.