Todo investidor deseja ter um retorno financeiro do capital investido, sendo esse retorno a rentabilidade.

O conceito de rentabilidade está atrelado à quantia que o investidor receberá de volta após determinado período, a depender dos investimentos realizados.

Como funciona a rentabilidade

A rentabilidade está ligada ao valor que um investimento pode gerar para alguém.

Ou seja, trata-se da taxa que determinada aplicação vai pagar sobre um investimento.

A intenção de todos os tipos de investimentos é trazer rentabilidade para quem aplica o dinheiro.

Na prática, independentemente do ativo escolhido, e da modalidade de investimento, a intenção é garantir, no futuro, um acréscimo no valor aportado hoje.

Apesar de algumas operações renderem mais que outras, ela é o objetivo dos investidores, não importando qual o seu perfil.

Entre os perfis de investidores, encontramos o conservador, o moderador e o arrojado.

Após identificar seu perfil, o investidor precisa considerar a relação entre suas escolhas de aplicações e sua respectiva rentabilidade.

Geralmente, quanto maior o prazo do investimento, maior tende ser o retorno.

TIPOs de rentabilidade

Em uma análise financeira, entre os tipos mais comuns, estão:

  • Nominal (bruta)
  • Líquida
  • Real

A rentabilidade bruta é aquela que desconsidera os descontos que o investidor terá ao sacar o dinheiro.

Entre esses descontos, podemos citar os impostos, taxas administrativas e taxas operacionais que são cobrados no vencimento do prazo, ou no resgate do investimento.

Já a rentabilidade líquida é considerada aquela que já teve descontados impostos e taxas, logo, todos os custos do investimento.

Como real entendemos que são os rendimentos de uma aplicação o desconto da inflação do período.

No dia a dia do mercado, aferir a rentabilidade real é o que garante se um investimento foi vantajoso, e se houve aumento do patrimônio ou não.

Classificações da rentabilidade

Períodos diferentes de tempo e duração dos investimentos têm fator determinante no final das operações.

De acordo com o período, ela pode ser classificada como:

  • Diária: Rendimentos obtidos de um dia para o outro
  • Mensal: Rendimentos verificados após um mês (30 dias)
  • Semestral: Rendimentos oriundos dos investimentos no último semestre (06 meses)
  • Anual: Rendimentos obtidos no prazo de um ano (12 meses)

Existem muitas formas de alguém fazer render o dinheiro, como o aluguel de uma casa ou imóvel, e como a caderneta de poupança, muito comum entre os brasileiros.

Porém, além destas, há outras maneiras de se aplicar o dinheiro, e que podem gerar uma rentabilidade mais atrativa.

Para quem avalia esse tema, entre elas, podemos citar os investimentos financeiros, tanto em renda fixa, quanto em renda variável.

Um exemplo de investimentos em renda fixa é o Tesouro Direto, que é uma plataforma de negociação de títulos públicos do governo federal.

Além dele, existem ainda investimentos em renda fixa como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio).

Nos investimentos em renda fixa, quanto maior o tempo e o capital aplicado, maior será o retorno do investimento, ou seja, maior será a rentabilidade.