A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) realiza na próxima sexta-feira, 6 de novembro, o segundo encontro do Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT), com representação do mercado financeiro e de tecnologia e transmissão aberta pelo canal oficial da autarquia no YouTube, das 8h30 às 13h. O evento apresenta os projetos e as hipóteses de teste do Programa Piloto DLT CVM, criado pela Resolução 249, editada em outubro, para estudar o uso de tecnologias de registro distribuído (DLT, na sigla em inglês) na emissão de valores mobiliários no Brasil.
Criado para estudar redes blockchain, o grupo técnico formula recomendações sobre quatro etapas do ciclo de vida dos ativos: depósito, custódia, negociação e liquidação. Entre os projetos que serão apresentados estão casos de uso da bolsa B3, iniciativas da ABCripto e da ABToken com as redes Ripple, Stellar e Solana e a Rede de Tokenização da ANBIMA, que envolve a infraestrutura bancária.
A programação, painel por painel
- 9h — Abertura institucional. O presidente da CVM, Otto Lobo, divide a bancada com o diretor-executivo da ANBIMA, José Carlos Doherty.
- 9h30 — Caso de uso da B3. Painel moderado por Wagner Neustaedter, superintendente de Supervisão de Mercado, Derivativos e Riscos Sistêmicos da CVM, com os especialistas da bolsa Eduardo Alexandre Marques Silva, Carlos Alberto Spina Junior e Raphael de Almeida Torlay.
- 10h — ABCripto e ABToken. Mediação de Carlos Eduardo Galhardo, chefe da Divisão de Tecnologia Financeira da CVM, com João Aragão (Ripple), Claudia Novo (Stellar), Antonio Neto (Solana), Gabriel Braga (VERT) e Thomaz Teixeira (BRL1).