As bolsas da Europa fecharam em alta generalizada nesta segunda-feira (26), impulsionadas pela queda dos preços do petróleo diante dos esforços de países para evitar uma escalada nas tensões entre o Irã, de um lado, e os Estados Unidos e Israel, de outro.

O fechamento europeu

  • Stoxx 600 (pan-europeu): +0,80%, a 640,86 pontos;
  • FTSE 100 (Londres): +0,72%, a 10.767,33 pontos;
  • DAX (Frankfurt): +0,91%, a 25.410,84 pontos;
  • CAC 40 (Paris): +0,83%, a 7.847,32 pontos.

O que movimentou o pregão

As negociações para reduzir as pressões no Oriente Médio levaram à queda do petróleo, elevando o apetite por risco. Delegações da Arábia Saudita, do Paquistão e da Turquia se reuniram com autoridades do Irã para tentar evitar a retomada dos confrontos.

O mercado também aguardava as decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) na semana, além de manter a crise interna na França no radar. O presidente Emmanuel Macron afirmou que o governo anunciará "medidas concretas" para atender às demandas dos estudantes após semanas de protestos.

O contraponto brasileiro

Apesar da alta geral, as ações de empresas europeias expostas ao Brasil caíram após a vitória de Lula no segundo turno. Em Madri, o Santander recuou 3,16% — o Brasil é o segundo maior mercado do banco espanhol, com 15% do lucro em 2025 e ganho antes de impostos de 3,2 bilhões de euros.

Em Frankfurt, a Bayer avançou cerca de 3% após obter na China sua primeira aprovação global para um medicamento de prevenção de acidente vascular cerebral (AVC).

Foto: Ank Kumar, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0).

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