DIs disparam mais de 250 pontos-base e levam a curva de juros acima do nível pré-primeiro turno
DI para janeiro de 2031 fecha a 15,185%, com alta de 254 pontos-base e máxima intradia de 15,940%; B3 ampliou limites de oscilação durante o pregão.
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DI para janeiro de 2031 fecha a 15,185%, com alta de 254 pontos-base e máxima intradia de 15,940%; B3 ampliou limites de oscilação durante o pregão.
Pior desempenho diário do índice em seis anos, com circuit breaker na abertura; movimento se dá em três frentes ao mesmo tempo: bolsa, câmbio e curva de juros.
Prefixado 2032 salta de 12,89% para 15,78% após a reeleição de Lula; Tesouro cancela leilões de IPCA+ e prefixados e anuncia recompras de até 5 milhões de NTN-F.
Banco vê três etapas de deterioração fiscal até o câmbio bater em R$ 6 e aponta R$ 5,60 a R$ 5,70 como cenário-base, com DI 2029 a 15,50%.
Índice de volatilidade recua para 26,11 pontos, com mínima de 23,55, mesmo com Ibovespa em queda de mais de 15%; Nomad explica o 'esmagamento de volatilidade'.
CDS de 5 anos sobe de 120,2 para 151,7 pontos no dia seguinte às urnas; Morgan Stanley vê espaço para alta adicional de 40 pontos e dólar a R$ 6.
Açúcar recua 5,63% em Nova York e papéis de usinas desabam na B3; StoneX atribui a queda ao dólar e ao volume recorde de posições compradas dos fundos.
Dólar futuro aponta R$ 5,30–5,40; especialistas projetam queda de até 10% no Ibovespa e estresse na curva de juros. Fiscal é o ponto central da leitura do mercado.
Nos perpétuos do EWZ, Petrobras, Vale e Itaú negociados na blockchain Hyperliquid, a reação à reeleição veio horas antes da abertura da B3. Na apuração, Flávio liderou até 20h04; às 21h10, tudo virou.
Investidor estrangeiro soma entrada líquida de R$ 20,16 bilhões no mês até 21/10, com um dia de saída no meio do caminho; opções movimentam R$ 2,3 bilhões no pregão de 22/10.