Só 8 ações sobem no Ibovespa; BB cai 29%, B3 36% e o varejo chega a 58%
Suzano lidera as altas com 10,08%; BB cai 29,33%, Bradesco 21,70%, B3 36,28% e Magazine Luiza 58,23% em pregão com mais de 8 milhões de negócios, recorde diário.
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Suzano lidera as altas com 10,08%; BB cai 29,33%, Bradesco 21,70%, B3 36,28% e Magazine Luiza 58,23% em pregão com mais de 8 milhões de negócios, recorde diário.
Banco mantém overweight para SUZB3, VALE3 e GGBR4 e aposta em receitas dolarizadas com a expectativa de real mais fraco; alvos estão até 81% acima do fechamento de sexta.
Queda de 10% suspende negociação por 30 minutos, 15% por uma hora e 20% por prazo definido pela B3; índice caiu 10,47% e fechou a -8,8% nesta segunda.
Ações recuam 48% e valuation cai para cerca de R$ 62,1 bilhões; com Selic parada por mais tempo, a migração da renda fixa para a variável demora a vir.
Pior desempenho diário do índice em seis anos, com circuit breaker na abertura; movimento se dá em três frentes ao mesmo tempo: bolsa, câmbio e curva de juros.
Prévia da inflação desacelera ante os 0,70% de setembro e fica abaixo do esperado, mas acumula alta de 4,62% em 12 meses, acima do período anterior.
ICC da FGV avança 0,5 ponto, para 84,7, com expectativas em alta e situação atual no menor nível desde março de 2025; endividamento limita a recuperação.
Dow, S&P 500 e Nasdaq avançam enquanto a Anthropic pede listagem na Nasdaq sob o símbolo ANT, com receita de US$ 16,3 bilhões em seis meses e alta de 1.304%.
Índice argentino cai 6,24% e o peso toca mínima histórica intradia; analistas falam em 'cisne negro' e no risco de um real mais fraco pressionar o câmbio regional.
Índice recua para 3.665 pontos e apaga valorização de 6% desde o primeiro turno; Empiricus recomenda cautela, seletividade e preferência por crédito high-grade.
Índice de volatilidade recua para 26,11 pontos, com mínima de 23,55, mesmo com Ibovespa em queda de mais de 15%; Nomad explica o 'esmagamento de volatilidade'.
CDS de 5 anos sobe de 120,2 para 151,7 pontos no dia seguinte às urnas; Morgan Stanley vê espaço para alta adicional de 40 pontos e dólar a R$ 6.