Dólar sobe 5,2% e lidera outubro; Ibovespa cai 9,75% e só o CDI se salva
Dólar à vista liderou o ranking mensal com alta de 5,20%, enquanto o CDI rendeu 1,02% e foi o único ganho relevante entre os principais ativos; o Ibovespa perdeu 9,75% no mês.
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Dólar à vista liderou o ranking mensal com alta de 5,20%, enquanto o CDI rendeu 1,02% e foi o único ganho relevante entre os principais ativos; o Ibovespa perdeu 9,75% no mês.
Índice recuou 0,75% na sexta (30) e fechou aos 167.921,80 pontos, com queda semanal de 18,12%, a maior desde março de 2020; o dólar encerrou a R$ 5,4443, maior cotação de 2026, e só seis ações do Ibovespa subiram na semana.
PIB da zona do euro avança 0,4% no terceiro trimestre, acima do consenso, com a Alemanha surpreendendo; o Banco do Japão mantém os juros em 1,25% e eleva a projeção de inflação de 2027.
Banco Central aponta dívida líquida em 70,0% do PIB e juros nominais de R$ 107,5 bilhões em setembro; déficit primário de R$ 5,5 bilhões frustra a expectativa de superávit.
O índice fechou aos 169.186 pontos, no menor nível desde 20 de agosto, com queda de 17,5% na semana. O dólar subiu 0,89%, a R$ 5,3874, e o valor de mercado das empresas do Ibovespa caiu R$ 840 bilhões desde segunda-feira.
Dívidas bancárias das famílias superaram metade da renda anual em agosto, e o comprometimento mensal com parcelas atingiu o maior nível da série, apesar de dois programas de renegociação do governo. Inadimplência no crédito livre segue no recorde de 6,6%.
A presidente do Banco Central Europeu apresentou renúncia nesta quinta-feira (29) e sai em 7 de fevereiro de 2027, abrindo a sucessão antes da eleição presidencial francesa. Macron ganha voz na escolha do substituto; Knot e Hernández de Cos são os nomes apontados.
Não residentes retiraram R$ 2,8 bilhões da B3 na segunda-feira (26) e os institucionais, R$ 3,3 bilhões. Estrangeiros ainda acumulam aportes de R$ 13,3 bilhões em outubro e de R$ 40,7 bilhões no ano.
O Ibovespa encerrou aos 171.006,10 pontos, queda de 2,68%, no terceiro pregão consecutivo de perdas depois da eleição. O dólar comercial recuou 0,19%, a R$ 5,34, e os juros futuros subiram em toda a curva.
Equipe econômica avalia tributar por IOF aplicações que hoje têm alíquota zero, como LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas. Como o imposto é regulatório, a mudança pode sair por decreto, sem passar pelo Congresso.
Percentual ficou em 11,3468% e foi arredondado para 11,3%, ante os 9,21% usados como referência pelo Comitê Gestor do IBS; cálculo segue para o Senado, que tem até 15 de dezembro para fixar a alíquota.
Lucro cresceu 8% e ficou em linha com o consenso, mas foi a primeira vez em mais de dois anos que o banco não superou estimativas no lucro antes de impostos subjacente; recompra será concluída até fevereiro.